[PALHAÇADA LOOSER MIMIMI] Moacyr Alves quer impostos sobre games da Steam, Origin e similares

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[PALHAÇADA LOOSER MIMIMI] Moacyr Alves quer impostos sobre games da Steam, Origin e similares

Mensagem por Salomão em Sab 28 Abr 2012 - 1:04

1 - Moacyr Alves quer impostos sobre games da Steam, Origin e similares
(fonte: http://pfgamer.blogspot.com.br/2012/04/moacyr-alves-quer-impostos-sobre-games.html )

Moacyr Alves, presidente da ACIGames e responsável por projeto que pretende diminuir os preços dos games no Brasil (Jogo Justo), dá entrevista polêmica e que pode mudar - para pior - a realidade gamer do Brasil
Spoiler:
Se lembra, há um tempo atrás, quando campanhas por preços mais justos nos games e consoles pipocaram na internet? Uma delas era liderada por Moacyr Alves Jr e, em pouco tempo, conseguiu uma grande adesão do público gamer, que realizou considerável militância em fóruns, sites e redes sociais.

Recentemente, este mesmo Moacyr Alves foi nomeado consultor do Governo Federal para assuntos relacionados a Jogos Eletrônicos e Conteúdos Digitais. Basicamente, ele será o norte dos políticos quando o tema for games. Tudo o que os políticos não souberem ou precisarem saber sobre games, na hora de criar ou modificar leis e projetos, o Moacyr deverá ser consultado. Num português claro, ele será um conselheiro dos políticos quando o assunto for games.
Até então, muito para se comemorar. Nas palavras do próprio Moacyr, durante a GameWorld deste ano, "nós passamos para o próximo nível. Agora, é possível que consigamos baixar a carga tributária ainda este ano, de uma forma mais eficiente".

Mas as coisas nem sempre são como queremos ou imaginamos. Em entrevista concedida para alunos do 5º semestre de Bacharelado em Audiovisual do Centro Universitário Senac, Moacyr fez uma declaração que pode ter objetivos nobres, mas que pode sair pela culatra.
Falando sobre a falta de regulamentação no Brasil sobre o comércio digital de games (como o Steam e Origin), Moacyr deixou claro que pretende regulamentar e criar leis e impostos sobre o comércio digital de games.

Antes que você comece a cuspir fogo, vamos tentar entender o ponto de vista de Moacyr: Sistemas de venda digital como Steam e Origin não repassam valores de impostos para o consumidor, uma vez que não pagam estes impostos. Com este preço abaixo da média nacional, a procura por seus serviços é elevada o suficiente para que garanta um retorno financeiro. Este sucesso garantido, por sua vez, faz com que não haja interesse destas empresas de instalar um escritório ou uma sede no Brasil, afinal, com ou sem sede, estão vendendo muito bem. Sem sede ou escritório nacional, o mercado brasileiro não se desenvolve, pois não há base instalada no país. Sem base, não temos maior desenvolvimento e, assim, permanecemos nessa nossa realidade de impostos altos, games mais caros e poucas empresas no Brasil.
Soma-se o fato que isto gera uma queda na venda de mídias físicas em lojas e, para alguns, até uma concorrência desleal, afinal, a loja paga impostos para vender um game de mídia física, ao contrário da Steam ou Origin. Como exemplo, basta comparar o preço de um game para consoles na loja e um game para PC na Steam ou Origin.

O problema? Criando leis e impostos sobre o comércio digital, o custo do serviço cresce e, provavelmente, é repassado para o cliente. Nesse caso, você mesmo. Além disso, forçar empresas como Steam ou Origin a seguir regras para poder vender no país pode desestimular estas de continuar oferecendo games no Brasil em forma digital (Origin, por exemplo, vende seus games já em Real, sem precisar realizar cotação do Dólar americano). Num futuro mais pessimista, isto poderia fazer com que estes serviços fossem cancelados no Brasil.
Por fim, mas não menos relevante, vale lembrar que a ACIGames, presidida pelo Moacyr Alves Jr, tem como um dos principais associados a UZ Games, talvez a maior franquia de venda de games físicos do Brasil. E seria muito interessante para lojistas, como a UZ Games, encontrar uma realidade onde a venda física e digital fosse mais equilibrada.

2 - Presidente da Acigames declara que pretende taxar a Steam e é alvo de críticas. Entenda a polêmica
(fonte: http://gameworld.com.br/5553-ARTIGOS-Acigames-vs-Steam )
Spoiler:
Por dois anos, Moacyr Alves, presidente da Acigames e o principal representante da iniciativa Jogo Justo, foi visto como a pessoa que iria diminuir a pesada carga tributária que os jogos de console carregam nas costas no Brasil. Apesar de não ser unanimidade, ele conseguiu muito apoio, e recentemente foi nomeado titular do recentemente criado Conselho de Jogos Eletrônicos do Brasil no Governo Federal.

Mas, após uma entrevista polêmica dada ao programa Checkpoint, Moacyr acabou por ser o alvo da fúria de inúmeros jogadores brasileiros. O motivo? Ele quer taxar o Steam. E pior: da forma como ele disse, parece que a ideia nasceu do puro desejo de vingança por não ter sido recebido por representantes da Valve em uma reunião na Alemanha.

Durante a entrevista, Moacyr ainda dá mostras de que, ou não entende o mercado, ou está simplesmente com o intuito de proteger os lojistas físicos, ao dizer que em outros países, quando se compra na PSN, na Live ou Steam, aparecem os impostos pagos e no Brasil não - o que dá a entender que o país é um "paraíso fiscal", como ele mesmo afirmou.

Se a ideia dele foi frisar que o Brasil não ganha em impostos com vendas digitais, errou feio, pois em cada compra via Steam, na Live ou na PSN, o governo arrecada 6,3% de IOF, o Imposto de Operações Financeiras, aplicado em qualquer movimentação de crédito. Nas palavras do Moacyr: "Você pode baixar livremente Steam, qualquer servidor de fora, só que completamente ILEGAL, porque não paga imposto nenhum".

Em outras palavras, na visão dele, o funcionamento da Steam (e da Live e da PSN) não só não é regulamentado, como é ilegal, o que segundo a Secretaria da Receita Federal não é verdade.

A Secretaria da Receita Federal voltou a informar aos contribuintes (empresas do setor de software não identificadas pelo fisco) que, de acordo com a legislação em vigor, "não há base legal para a incidência do Imposto de Importação, bem como da Cofins/Importação e do PIS/Importação - na aquisição de software de prateleira, se transferido ao adquirente por meio eletrônico (download).
No entender da Receita não há uso de "suporte físico", então o fisco não vê razão para tal cobrança de imposto e contribuições sociais. [Convergência Digital via Select Game]

A razão apontada para isso, aparentemente, é uma reunião cancelada com os executivos da Valve. Segundo Moacyr, um representante do Steam disse que a loja não precisa vir oficialmente ao nosso país, porque as pessoas daqui já compram nela. "Só que aí eu fui nomeado pro governo, e adivinha a primeira coisa que vou fazer? Regulamentar a questão digital do mercado de jogos, porque ela realmente bate de frente com os lojistas, que é um mercado que está se iniciando agora", comentou Moacyr no programa Checkpoint.

Após repercussões extremamente negativas e uma chuva de críticas das mais pesadas, Moacyr e a Acigames se pronunciaram - e basicamente tentaram minimizar os efeitos desastrosos das declarações, com um "não é bem assim". Primeiro pelo Twitter e Facebook, onde ele disse que na verdade pretende substituir a IOF por um imposto de 5% para melhorar a qualidade do serviço e instituir um SAC exclusivo para brasileiros - algo que o Steam já tem.

Depois a Acigames divulgou uma carta aberta, que serviu mais para diminuir o impacto negativo das declarações de Moacyr do que realmente explicar as intenções dele e da associação. A mensagem central da carta diz que:

"Em nenhum momento durante a entrevista, ficou explícita a intenção ou necessidade de que fosse aplicadas tributações ou penalidades a empresa citada ou ao modelo de negócio, mas sim criar formas de regulamentar a maneira como as mídias digitais são classificadas e distribuídas no Brasil por empresas estrangeiras", o que entra em contradição gritante com o que ele disse na entrevista.

Em outro ponto, a nota oficial ainda fala que a imprensa difamou a Acigames: "A ACIGAMES em nenhum momento foi procurada por estes veículos que tentam difamar o nome da associação e suas ações, para pedir explicações ou mesmo conceder o direito de resposta, impondo suas próprias opiniões, que não refletem a atual realidade".

E você, o que acha? Taxar o Steam, a Live e a PlayStation Network é a solução para desenvolver o mercado brasileiro? Ou tudo não passa de uma forma de protecionismo aos varejistas? Moacyr é a pessoa certa para representar o universo gamer no governo? Responda nos comentários.

3 - Acigames divulga carta aberta sobre o caso Steam
(fonte: http://www.baixakijogos.com.br/noticias/23784-acigames-divulga-carta-aberta-sobre-o-caso-steam )
Spoiler:
Após a repercussão negativa que as declarações de Moacyr Alves, fundador do programa Jogo Justo, tiveram pela internet, a Acigames divulgou nesta quinta-feira (26 de abril) uma carta aberta em que tenta esclarecer a situação envolvendo o Steam. Segundo a associação, o objetivo não é atacar o sistema da Valve, mas sim proteger os interesses do mercado e dos consumidores nacionais.

Segundo a declaração publicada no site oficial da Acigames, seu objetivo é “criar formas de regulamentar a maneira como as mídias digitais são classificadas e distribuídas no Brasil por empresas estrangeiras, a fim de criar uma competição saudável promovendo oportunidades para todos, inclusive para a entrada oficial destas empresas em nosso mercado”.

A associação ressalta o fato de que não tem o poder político nem a intenção de impor ou defender novas taxas ou alíquotas sobre qualquer produto ou serviço relacionado aos games nacionais. A carta aberta afirma que a intenção é somente mostrar ao governo as oportunidades e benefícios que esse mercado pode oferecer.

Por fim, a Acigames diz que em nenhum momento foi procurada pelos veículos que, segundo ela, “tentam difamar o nome da associação e suas ações”. Ela afirma que nenhuma publicação pediu explicações ou concedeu o direito de resposta para o grupo, e todas se limitaram a simplesmente impor “suas próprias opiniões, que não refletem a atual realidade”.

4 - O novo alvo do Jogo Justo é o… Steam?
(fonte: http://www.kotaku.com.br/o-novo-alvo-da-acigames-e-o-steam/ )
Spoiler:
Com a promessa de lutar por jogos mais baratos no Brasil, Moacyr Alves Júnior e seu Jogo Justo caíram nas graças de boa parte dos gamers brasileiros nos últimos dois anos. Mas aí ele virou conselheiro do Ministério da Cultura e começou a falar em… taxar o Steam? Seria o “herói do Brasil dos games” se transformando no “vilão corrupto que defende os lojistas”?

Depois de receber um turbilhão de reclamações e inevitáveis protestos de Facebook, Moacyr passou boa parte do dia de ontem tuitando explicações, e agora publicou uma mensagem no Facebook dizendo que “não é bem assim”:
“Amigos por fim a isso, que acho que foi bem desgastante, para todos, fui mal interpretado, porque da forma que falei deixei dúvidas, teremos um pronunciamento oficial em breve, e não se preocupem não tenho intenção alguma de taxar Steam e nem pretendo fazer isso, o Steam é sem dúvida um ótimo serviço, que eu não sabia mas tem sim servidores no Brasil peço desculpas se deixei isso mal interpretado, sempre lutei pelos gamers e sermpre o farei. Abraços”

Mas como chegamos a tudo isso? Vamos relembrar.
Steam no Brasil

Em participação no programa Checkpoint, Moacyr repetiu uma história que já contou antes: que um dia tentou conversar com representantes da Valve para negociar a abertura de um escritório no Brasil. Esse representante teria dito, segundo o Conselheiro, que não tinha motivos para abrir uma sede aqui porque o brasileiro compra deles “de qualquer jeito”. Segundo Moacyr isso seria uma demonstração de como “eles não estão nem aí” para “o gamer brasileiro”

28 de Abril de 2012

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Jogo Justo
O novo alvo do Jogo Justo é o… Steam?
25 abr, 2012 - 10:55 - por: Fernando Mucioli

Comentários (271)

Com a promessa de lutar por jogos mais baratos no Brasil, Moacyr Alves Júnior e seu Jogo Justo caíram nas graças de boa parte dos gamers brasileiros nos últimos dois anos. Mas aí ele virou conselheiro do Ministério da Cultura e começou a falar em… taxar o Steam? Seria o “herói do Brasil dos games” se transformando no “vilão corrupto que defende os lojistas”?

Depois de receber um turbilhão de reclamações e inevitáveis protestos de Facebook, Moacyr passou boa parte do dia de ontem tuitando explicações, e agora publicou uma mensagem no Facebook dizendo que “não é bem assim”:

“Amigos por fim a isso, que acho que foi bem desgastante, para todos, fui mal interpretado, porque da forma que falei deixei dúvidas, teremos um pronunciamento oficial em breve, e não se preocupem não tenho intenção alguma de taxar Steam e nem pretendo fazer isso, o Steam é sem dúvida um ótimo serviço, que eu não sabia mas tem sim servidores no Brasil peço desculpas se deixei isso mal interpretado, sempre lutei pelos gamers e sermpre o farei. Abraços”

Mas como chegamos a tudo isso? Vamos relembrar.
Steam no Brasil

Em participação no programa Checkpoint, Moacyr repetiu uma história que já contou antes: que um dia tentou conversar com representantes da Valve para negociar a abertura de um escritório no Brasil. Esse representante teria dito, segundo o Conselheiro, que não tinha motivos para abrir uma sede aqui porque o brasileiro compra deles “de qualquer jeito”. Segundo Moacyr isso seria uma demonstração de como “eles não estão nem aí” para “o gamer brasileiro”.

Assista ao programa abaixo (a entrevista com Moacyr começa aos 11m50s):


Antes disso, Moacyr havia falado sobre o mesmo assunto à revista digital Arkade: que a Acigames já estava “se articulando para acabar com essa farra” e que “se você tem um servidor fora do Brasil, o país vira uma maravilha de paraíso fiscal”. ”Já perceberam que quando alguém compra um jogo em uma PSN, Steam ou Live de fora, sempre aparece “impostos pagos”? No caso do Brasil, não”, disse ele na ocasião.

Mas parece que o presidente da Acigames não estudou bem o Steam e os impostos. Ou, como ele diz, só foi mal interpretado?.


Entrevista de Moacyr à revista Arkade

A verdade é que quando você compra um jogo no Steam, por exemplo (e na Live e na PSN, tanto nas versões americanas quanto nacionais), está pagando 6,3% do valor da compra em IOF (Imposto sobre Operações de Crédito). Ou seja: o governo está arrecadando dinheiro, sim, com os seus games via download.

Pelo Twitter, Moacyr disse que a sua ideia é ter uma versão nacional do Steam, com servidores instalados aqui e com “imposto de 5%”, substituindo o atual, para forçar uma melhoria de serviço e a existência de um SAC – que também já existe, inclusive em português. Ele também disse que esses downloads seriam ilegais, justamente por causa dessa falta de tributação.

Na verdade, não existe legislação, no Brasil, que regulamente esse tipo de operação. Não dá, portanto, para taxar algo de “ilegal” se ele não quebra nenhuma lei, principalmente se essa lei não existe. Como bem disse o gamer Ricardo Pasqual no Twitter: “Lógica do Moacyr: Não existe regulamentação pra plantar bananeira, logo é ilegal plantar bananeira.”

Depois dos protestos da comunidade, Moacyr abrandou o discurso:

“Não quero e nem vou ferrar o Steam, na verdade acho que me exaltei porque fui maltratado por eles, mas eles tem razão”, tuitou, respondendo a outro usuário. “Vc vai colocar imposto na Steam???”, perguntou outro, ao qual ele respondeu: “Nem de longe”.
E como fica?

Até que surja o comunicado oficial prometido pelo Moacyr, ficamos com informações desencontradas e muitas dúvidas. Qual é, exatamente, o plano do Jogo Justo quanto ao Steam?

Na comunidade, vários dos apoioadores do Jogo Justo e da Acigames encorajaram o conselheiro, pedindo para que ele seguisse com seu trabalho adiante e não ligasse para as reclamações, enquanto outros o classificaram como um “traidor do movimento”, que antes queria baixar os impostos mas que agora quer aumentá-los. Por aí também surgiram dois textos interessantes: um no blog Mais de Oito Mil, e outro no blog de Bruno Maeda, que vai mais a fundo na questão da presença do governo na economia, além de falar do caso de modo geral. Criaram até um Twitter falso do Jogo Justo para sacanear com a situação.

A única certeza, por enquanto, é que o grupo Jogo Justo/Acigames/Moacyr precisa, no mínimo, de um canal de comunicação oficial (e que seja levado a sério) se quiser mesmo “representar os interesses do jogador brasileiro”.

Tudo indica que essa história ainda vai longe, e vamos buscar respostas tanto com a Valve quanto com o Moacyr para entender melhor o caso.

Caiu a máscara de bom moço!
Não conseguiu o que queria com o ativismo de sofá e agora vem com essa originalíssima solução de aumentar impostos. Sim, MAIS IMPOSTOS goela abaixo do consumidor! "Consumidor" e só, pra chegar a "cidadão" ainda falta muito chão... Já temos a carga tributária mais alta do mundo, não é por falta de imposto que a indústria nacional não decola. Pensem comigo: acham que a Rovio chegaria onde chegou se pretendesse vender o Angry Birds só na Finlândia? E o Steam restrito aos USA, será que a Valve seria tudo que é se enxergasse apenas o próprio quintal? É por essas e outras que o Steam chama a atenção de todo o mundo enquanto as empresas brazucas estão quase todas no mimimi. Precisamos fazer o dever de casa para termos uma INDÚSTRIA do etretenimento que mereça esse nome, estúdios daqui vendendo seus games para o mundo todo, e não limitados ao papel atual de fornecer mão de obra barata pros gringos.


Última edição por Salomão em Sab 28 Abr 2012 - 1:42, editado 1 vez(es)
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Re: [PALHAÇADA LOOSER MIMIMI] Moacyr Alves quer impostos sobre games da Steam, Origin e similares

Mensagem por MasterSonicTH em Sab 28 Abr 2012 - 1:37

Engraçado. Tava querendo trocar meu notebook por um mais potente (um com HD 6750) para jogar Steam na minha TV de LCD.


Parece que minha ideia não tem futuro.


¬¬
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Re: [PALHAÇADA LOOSER MIMIMI] Moacyr Alves quer impostos sobre games da Steam, Origin e similares

Mensagem por mv2011 em Sab 28 Abr 2012 - 2:39

Parece que ele finalmente mostrou sua verdadeira face.
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Re: [PALHAÇADA LOOSER MIMIMI] Moacyr Alves quer impostos sobre games da Steam, Origin e similares

Mensagem por Luís Eduardo em Sab 28 Abr 2012 - 2:56

Já era a única fonte de presos justos para games no Brasil. Acho que vou começar a adotar a pirataria.


Última edição por Luís Eduardo em Sab 28 Abr 2012 - 3:08, editado 1 vez(es)
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Re: [PALHAÇADA LOOSER MIMIMI] Moacyr Alves quer impostos sobre games da Steam, Origin e similares

Mensagem por Koster em Sab 28 Abr 2012 - 3:00

Gente, to achando que a única saída e se apossar de uma arma e efetuar alguns disparos.
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Re: [PALHAÇADA LOOSER MIMIMI] Moacyr Alves quer impostos sobre games da Steam, Origin e similares

Mensagem por ahtrun em Sab 28 Abr 2012 - 3:06

Bem, se isso de fato acontecer.
Vou partir para a pirataria. Torrents ftw. Rolling Eyes
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Re: [PALHAÇADA LOOSER MIMIMI] Moacyr Alves quer impostos sobre games da Steam, Origin e similares

Mensagem por Salomão em Sab 28 Abr 2012 - 15:20

Esse papo de "proteger o lojista" só escancara o fato de que aqui as margens de lucro são mais gordas e os mpostos não são os únicos culpados dos preços nas alturas.

Claro que quem monta uma loja - ou qualquer outra empresa - o fez para ter lucro e não há nada de errado nisto. Mas daí a querer tratar o consumidor como refém, e com aval do governo, aí já é querer demais.

Continuem assim e terão que dar um tubinho de KY de brinde a cada game vendido oficialmente.
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Re: [PALHAÇADA LOOSER MIMIMI] Moacyr Alves quer impostos sobre games da Steam, Origin e similares

Mensagem por STX em Sab 28 Abr 2012 - 15:38

simples:
o cara "entrou" pra politica
pesonalidades mudam por lá!
por isso odeio todos eles! Smile
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Re: [PALHAÇADA LOOSER MIMIMI] Moacyr Alves quer impostos sobre games da Steam, Origin e similares

Mensagem por Luís Eduardo em Sab 28 Abr 2012 - 16:29

Salomão escreveu:Esse papo de "proteger o lojista" só escancara o fato de que aqui as margens de lucro são mais gordas e os mpostos não são os únicos culpados dos preços nas alturas.

Claro que quem monta uma loja - ou qualquer outra empresa - o fez para ter lucro e não há nada de errado nisto. Mas daí a querer tratar o consumidor como refém, e com aval do governo, aí já é querer demais.

Continuem assim e terão que dar um tubinho de KY de brinde a cada game vendido oficialmente.
Salomão, é como eu já disse aqui, os lojistas brasileiros superfaturam os preços. Eles não cobram pelo produto, mas sim pelo valor da novidade. Se lembra quanto um PS3 custava no início aqui? Foi vendido a mais de 7000 reais. O mesmo aconteceu com as primeiras TVs de plasma, logo a culpa não é apenas dos impostos, mas sim dos lojistas que tratam os clientes como idiotas.
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Re: [PALHAÇADA LOOSER MIMIMI] Moacyr Alves quer impostos sobre games da Steam, Origin e similares

Mensagem por ari789 em Sab 28 Abr 2012 - 16:48

STX escreveu:simples:
o cara "entrou" pra politica
pesonalidades mudam por lá!
por isso odeio todos eles! Smile

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Re: [PALHAÇADA LOOSER MIMIMI] Moacyr Alves quer impostos sobre games da Steam, Origin e similares

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